Hoje com o volume de informações que estamos submetidos, está cada vez mais difícil chamar a atenção na empresa e obter a tão sonhada promoção, aqui você encontrará 5 dicas que vão fazer você ser promovido em apenas um ano.

Além disso, com o mundo em transformação as empresas estão reduzindo suas estruturas e a quantidade de oportunidades de crescimento estão cada vez menores, com a concorrência cada vez maior.

Antes um outro idioma que era um diferencial, hoje se tornou obrigatório não só o inglês mas também o espanhol.

Experiência no exterior que antes era inacessível, hoje nos deparamos com profissionais com cursos e especializações fora do país o que faz com que nossos esforços sejam maiores para conseguir uma boa oportunidade no mercado ou crescer dentro da própria empresa.

Apesar de muitas vezes ficarmos sem rumo, acreditando que a solução vai requerer muito tempo e investimento, saiba que existe uma forma que realmente funciona, traz os resultados esperados em um tempo menor e faz você se destacar mesmo com deficiência no idioma ou sem cursos e especializações fora do pais.

O nome desta solução é Modelo de Competências. Vamos entender melhor!

5 Dicas que vão fazer você ser promovido em apenas um ano.

A seguir separei 5 dicas para você fazer o melhor uso possível de um modelo de competências.

Dica #1 – Veja se a sua empresa possuí um modelo de competências.

Uma das premissas básicas para a elaboração de um modelo efetivo é o alinhamento com o planejamento estratégico da empresa.

Caso a sua empresa possua o documento e esteja disponível para todos os colaboradores, crie com o seu gestor formas de avaliar a adequação do modelo dentro das suas atividades atuais.

Dica #2 – Caso sua empresa não tenha um modelo disponível, busque saber quais são as competências do futuro.

Diversos sites e revistas trazem notícias de quais são as principais habilidades (competências) que serão necessárias para os profissionais do futuro.

Anualmente o Fórum Econômico Mundial avalia quais são as principais competências dos profissionais do futuro, esta é uma boa fonte para que você possa saber quais são e desenvolver uma forma de avaliar sua aderência e criar seu plano de ação.

Dica #3 – Explicação, Descrição e Indicadores.

Cada competência deve ter a explicação da habilidade, uma descrição detalhada do que se espera do profissional que tem ela desenvolvida e indicadores para que se possa avaliar e acompanhar o desenvolvimento dela.

Atenção a este detalhe, se você utilizou uma referência que não tem estes três fatores, defina com o seu gestor o entendimento, a descrição e principalmente os indicadores de cada uma delas.

Dica #4 – Defina metas objetivas para desenvolvimento de cada competência.

Dentro das suas atividades, você deve ter metas para entrega dos resultados para a organização.

Mas o que realmente vai fazer você ser promovido é ter metas de desenvolvimento das competências que são fundamentais e estratégicas para sua empresa.

Portanto, desenvolver competências e atingir a alta performance levará seus resultados para outro nível e você passará a ser estratégico para a empresa.

Dica #5 – Deixe claro para a organização seus objetivos de carreira.

De nada adianta ter competências desenvolvidas se você não deixar claro para a organização onde você quer chegar, portanto, alinhe com o seu gestor e com a área de recursos humanos onde quer chegar e deixe registrado através de um plano de carreira.

Essas dicas foram baseadas na minha experiência profissional de tudo o que deu certo, que utilizo nos meus processos de mentoria de carreira e que tem ajudado diversos profissionais a obterem resultados consistentes em suas carreiras.

Gostou? No dia 07/11 as 20h30 vou fazer uma aula online onde irei compartilhar com você muito conteúdo e dicas que me fizeram crescer profissionalmente

Clique aqui para se inscrever.

Não perca esta oportunidade de conhecer técnicas que vão te ajudar a dar um salto na sua carreira.

Compartilhe esse artigo com seus amigos!

Quando éramos mais novos o dia das crianças era uma data muito esperada, era um dia dedicado as crianças onde se ganhava presentes e tínhamos a família reunida.

O tempo foi passando, veio a responsabilidade e a necessidade de abandoar nossa criança interior para nos adequar ao modo adulto de ser: 100% racional.

Até pouco tempo atrás ser emocional era praticamente ser reconhecido como imaturo, porém, deixamos de desenvolver essa competência que hoje é fundamental.

E refletindo sobre esse tema, percebi que foi exatamente porque esquecemos nossa criança interior para racionalizar todas as decisões que tomamos.

A criança é pura emoção, ela se entrega de corpo e alma a tudo o que faz, é pura intensidade, se diverte, ri, chora, briga e se desculpa, tudo isso em apenas 5 minutos.

Tudo isso faz parte do ser criança, porém, não é exatamente o que deveríamos fazer quando nos tornamos adultos?

Será que nos entregamos da mesma forma em tudo o que fazemos?

Ser inteligente emocionalmente é resgatar nossa criança interior e usar as emoções para apoiar nosso pensamento e não o contrário.

E essa é exatamente a definição de inteligência emocional por Peter Salovey e John Mayer que foram os  pioneiros no estudo desta competência.

Neste dia das crianças, olhe para dentro de você e resgate sua criança interior.

Peça perdão por tê-la abandonado por tanto tempo e faça ela caminhar com você nessa jornada, tornando-a mais divertida, intensa, mas claro com muita responsabilidade.

Se permita fazer coisas que antes era importante para você e cuide para que sua criança interior nunca fique esquecida.

Não preciso dizer que o livro O Pequeno Príncipe é o meu favorito e neste dia tão especial deixo uma frase para você refletir.

“O problema não é crescer, mas esquecer.”

O amadurecimento sempre nos impõe despedidas e nesse processo muitas vezes esquecemos quem fomos e os vínculos e memorias que construímos no decorrer do caminho.

Desejo que neste dia das crianças você possa resgatar sua criança interior e reviver muito do que até hoje é importante para você.

Elaborar um plano de carreira é sempre um desafio, mas por que tantos profissionais têm dificuldade em construir um?

Diariamente colegas de trabalho me procuram com o objetivo de desenvolver um plano de carreira.

Tenho percebido a tamanha dificuldade que meus colegas têm de definir seus próximos passos e saber exatamente onde querem chegar.

Ter um plano de carreira bem elaborado, com estratégias bem definidas, ajuda o profissional a tomar decisões como:

  • Devo fazer uma pós ou um MBA?
  • Devo fazer um curso a área que atuo ou algo mais abrangente?
  • Quais treinamentos devo fazer que vão me ajudar a alavancar minha carreira?

Quando me fazem essas perguntas, a minha resposta vem sempre em forma de uma outra pergunta: como esta peça monta no seu quebra-cabeça?

Para montá-lo, você utiliza uma imagem de referência que é exatamente o que você quer obter com a montagem das peças.

A imagem é importante e será seu guia para que as peças que você escolher se encaixem perfeitamente umas nas outras.

Com o plano de carreira não é diferente.

Primeiro você precisa saber onde quer chegar para somente então escolher as peças certas (ações) que vão completar o seu quebra-cabeça.

E se posso te dar uma dica valiosa: não espere que a empresa defina este plano por você.

Você deve ser protagonista da sua carreira, escolher seu destino e definir quais competências te darão suporte para que você possa chegar lá.

Ter um plano no inicio da minha carreira me ajudou tomar decisões e chegar exatamente aonde eu queria chegar.

Claro que houve momentos em que tive que mudar o plano de acordo com as experiências que tive ao longo da minha jornada.

Como diz o gato em resposta à pergunta da Alice no País das Maravilhas: para quem não sabe para onde vai qualquer caminho serve.

Desenvolva suas competências para alavancar sua carreira.

Em uma pesquisa recente que realizei com diversos profissionais, 66,7% conhecem exatamente as
competências necessárias para alavancar sua carreira, porém, 55,6% sabem exatamente como desenvolvê-la.

Existem dois tipos de competências: as técnicas e as comportamentais.

Ambas são fundamentais para o exercício da sua função, entretanto, as técnicas estão focadas nas habilidades relativas à sua profissão, já as comportamentais são as responsáveis pelos resultados que a empresa espera de seus colaboradores.

Sendo assim, as competências comportamentais são a bússola necessária para dar norte à sua carreira, pois por meio delas você é avaliado e seu resultado pode afetar diretamente sua motivação e engajamento.

Quantas vezes você já ouviu falar de profissionais com extrema capacidade técnica que foram desligados da empresa por não apresentarem atitudes necessárias esperadas pela empresa?

O Fórum Econômico Mundial publicou em seu relatório as dez competências exigidas para os profissionais em 2020, confira abaixo quais são elas:

1. Solução de Problemas Complexos;
2. Pensamento Crítico;
3. Criatividade;
4. Gestão de Pessoas;
5. Relacionamento Interpessoal;
6. Inteligência Emocional;
7. Julgamento e Tomada de Decisão;
8. Orientação de Serviço;
9. Negociação;
10. Flexibilidade Cognitiva.

Conhecer as competências é uma parte importante do processo, mas seu desenvolvimento é o que trará
resultados à sua carreira.

Portanto busque avaliar as características de cada competência e coloque em prática o mais breve possível, pedir feedback ajuda a corrigir detalhes e feedfoward  para obter opções de desenvolvimento vão te ajudar neste processo.

Outro ponto importante é conhecer o modelo de competências da sua empresa, nele você vai saber exatamente quais habilidades são exigidas para sua função e servem como guia de desenvolvimento.

De forma a te ajudar no desenvolvimento dessas habilidade  preparei um e-book com as principais competências exigidas no mercado de trabalho.

Quer receber este e-book exclusivo?

Me mande um e-mail no coach@paulbahamondes.com.br que irei encaminhar de forma individual este conteúdo para você.

Este é um presente para aqueles que têm acompanhado meu conteúdo aqui no site e nas redes sociais.

De tudo o que se vê e se ouve, nem tudo se aproveita. Mas a dica de hoje é: comece a assistir a série Designated Survivor, disponível na Netflix. Só pelo fato de contar com o ator Kiefer Sutherland, sucesso na série 24 horas, já seria um bom sinal.

Porém, o que mais chama a atenção é a trama de cada capítulo. Thomas Kirkman, o irrelevante secretário de habitação americano é o único sobrevivente de um atentado que mata todos os políticos no local, incluindo o presidente e seu vice. Então, Kirkman se torna presidente dos Estados Unidos. A partir dali, o que se vê é uma avalanche de desafios de decisão e liderança.

Nessa esteira, existe a trajetória da formação de um líder de alto escalão. Interessante não acha?

Agora vamos para as principais lições da série:

Equilíbrio emocional é fundamental na liderança.

É claro que a situação é extrema, masé inegável a importância do equilíbrio emocional em posições de liderança.

Segundo Daniel Goleman, 85% dos grandes líderes têm a inteligência emocional desenvolvida e ela é a principal contribuinte para o sucesso (veja gráfico abaixo).

Designated SurvivorFonte: Gráfico retirado da palestra do Daniel Goleman no Brasil em 2018

Trabalhe com pessoas que não concordem com você.

É muito importante estar ao lado de pessoas com perfil complementar ao seu, pois ter uma equipe que concorda com tudo faz com que pontos cegos fiquem vulneráveis.

Quanto maior a sua posição, mais solitário você estará.

A liderança é uma posição solitária, isso é fato!

Quanto mais alto o nível hierárquico você sentirá que, de alguma forma, as pessoas se afastam. É necessário não perder o vínculo com a família, amigos e aqueles que você confia para te ajudar a não perder a sua essência.

Vale muito a pena conferir esta série recheada de ação, suspense, drama e muito aprendizado.

Uma das coisas que mais gosto de estudar e busco constantemente desenvolver é a forma como eu me comunico com as pessoas e a conclusão que cheguei é: a comunicação é o caminho para o sucesso.

Antes meu foco era tentar emitir uma comunicação clara de forma que a outra pessoa não tivesse dúvidas sobre o que eu estava tentando comunicar.

Acontece que, mesmo na melhor das intenções e com todo meu esforço em emitir sinais claros, não consegui perceber resultados satisfatórios como resposta a esta tentativa de comunicação.

Foi neste momento que fui buscar informações com especialistas para tentar entender onde eu estava errando. Nas minhas muitas pesquisas conheci o Ricardo Silva Voz, um especialista em comunicação que foi capaz de traduzir o que realmente eu acredito como a essência de uma boa comunicação.

Aprendi que uma comunicação eficaz só é possível quando você se conecta de forma genuína com as pessoas.

De todo o processo de comunicação apenas 7% do todo são as palavras que você emite, 38% refere-se à comunicação para verbal (o como é dito) e 55% refere-se à linguagem corporal (o que não foi dito), portanto, se mais da metade da comunicação é não-falada, se conectar com as pessoas faz total diferença no resultado.

Hoje um dos meus principais objetivos não é ter uma boa comunicação, mas me conectar com as pessoas, entender suas reais necessidades, saber como posso gerar resultados positivos para elas e, como consequência de todo esse esforço, ser reconhecido por uma ter uma boa comunicação.

Esta não é uma tarefa simples, pois envolve muitas habilidades como escutar de forma atenta, evitar o julgamento e aceitar que, por trás de cada ação existe uma intenção positiva. Entretanto, posso garantir que todo o esforço vale a pena e gera muitos resultados.

Quer melhorar sua comunicação? Entre em contato comigo e saiba com o processo de coaching pode te ajudar a ter mais resultados.

Nos dias 1 e 2 de setembro tive a oportunidade de participar do evento Inteligência Emocional Convention. Foram dois dias de imersão no tema com diversas palestras voltadas para liderança.

Tive a oportunidade de mais uma vez estar com Marshall Goldsmith, que compartilhou muito conteúdo sobre sua experiência no desenvolvimento de grandes líderes mundiais e sobre a importância da Inteligência Emocional durante o processo.

Marshall Goldsmith

Preciso destacar o que foi para mim o ápice do evento: a palestra do mestre Daniel Goleman, responsável por popularizar o termo com seu livro “Inteligência Emocional, A Teoria Revolucionária que Redefine o que é ser Inteligente”.

Inteligência Emocional na Liderança

Aqui compartilho alguns aprendizados que obtive:

Liderança não é sobre você, mas sobre o impacto que você gera nas pessoas.

O líder deve estar atento as suas ações e como elas afetam as pessoas ao seu redor e, principalmente, ter congruência em seu discurso.

Preocupação empática é a chave para uma liderança de alta performance.

Não basta apenas se conectar com as pessoas e sentir o que elas sentem.O fundamental e o que faz real diferença na vida das pessoas é o líder se preocupar de forma genuína, pois a prática da preocupação empática gera engajamento e, consequentemente, resultados positivos para a equipe e a organização.

Enfim, apesar de simples, os conceitos são altamente complexos de serem colocados em prática e mantidos no dia a dia, por isso o líder deve investir no seu autoconhecimento e criar indicadores para acompanhar o desenvolvimento dessas habilidades e o respectivo impacto na vida das pessoas.

Os que me conhecem sabe o quanto eu gosto de estudar o tema produtividade.

Já fiz diversos cursos sobre o assunto e, na verdade, serviram mais como ensinamentos para gerir o tempo e melhorar a organização do que produtividade em si.

Fato é que, nestes meus diversos anos de estudo, percebi que ferramentas podem ajudar, contudo, por si só não melhoram nossa produtividade.

O que descobri como resultado da aplicação dos conceitos é que a melhor ferramenta para a questão é desenvolver uma habilidade chamada Escuta Atenta.

Ela tem me ajudado a reduzir muito os retrabalhos. Desta forma, o fluxo de informação libera mais tempo para que eu possa realizar outras atividades.

Segundo Peter Drucker, 60% dos problemas administrativos ocorrem pela falha na comunicação.

Isto significa que 4,8 horas do nosso dia, considerando 8 horas de trabalho, são para resolver problemas advindos de uma comunicação ineficaz, ou seja, desperdiçamos mais da metade do nosso tempo por não dar atenção a ela.

E como ter uma comunicação mais assertiva e ser mais produtivo? Desenvolvendo a habilidade de escutar atentamente e estruturar tudo o que foi falado.

Vejo cada vez mais profissionais que não estão escutando, mas sim esperando sua vez de falar.

A técnica que me ajudou a desenvolver esta habilidade foi praticar a atenção plena ou mindfulness.

Ela tem me ajudado bastante a me conectar ao momento, não pensar em outras coisas ou esperar minha vez de falar.

Escutar atentamente é não apenas mostrar respeito com as pessoas, mas também respeito com o seu tempo.

E a vantagem de todo esse respeito é poder produzir mais na metade do tempo.

Quer aumentar sua produtividade, ter mais equilíbrio e tempo livre para se desenvolver?

Agende uma sessão gratuita e veja como coaching pode te ajudar a atingir suas metas.

 

Em novembro de 2017 participei do Leader Coach Program com Marshall Goldsmith, Thinkers50 Management Hall of Fame e Coach número 1 do mundo. Praticar tudo o que aprendi não foi fácil, pois fui minha própria cobaia. Acredito que tudo começa a partir de nós e resolvi compartilhar minha experiência:

Utilizar o Feedforward para desenvolvimento

Adotei a técnica de feedforward com a minha equipe, o que foi uma grata surpresa para mim. Enquanto o feedback trata de um comportamento que se deu no passado, o feedforward foca no comportamento futuro e em tom de sugestão. Por exemplo:

Ricardo, se você estiver 100% atento nas próximas reuniões de resultados, você pode aprender mais sobre as estratégias do negócio e gerar uma percepção de engajamento, tomar notas dos principais pontos e tirar dúvidas no momento da reunião”.

Como o foco do processo está nos comportamentos futuros e não em erros do passado, notei que a maioria das pessoas fica motivada após ouvir o diálogo.

Acompanhamento contínuo para criar hábitos

Um estudo realizado com 11.480 líderes pela Goldsmith/Morgan mostra que aqueles que receberam feedback de seus colaboradores e que fizeram um acompanhamento contínuo sobre seu progresso por meio de follow-up tiveram uma percepção positiva das mudanças.

Por isso, adotei a planilha diária de perguntas e nela coloco as principais dúvidas em áreas que preciso melhorar, sendo que cada uma delas tem um peso de acordo com a realização. No final do dia, preencho as respostas e avalio as metas relativas ao aprendizado e o que preciso melhorar para o dia seguinte.

É sempre válido lembrar que as mudanças só chegam quando se tornam rotina e são acompanhadas para análise de processos. Encarei como meu desafio para que se torne uma marca e tenho conseguido bons resultados no meu desenvolvimento.

E você? O que tem feito para melhorar continuamente? Quais técnicas você têm utilizado?

Deixe seus comentários abaixo, será um prazer trocar informações sobre este assunto.

As adversidades sempre foram muitas. Mas hoje percebo, de fato, que o real motivo para cada dificuldade que enfrentei foi que elas me fortaleceram para alcançar meus objetivos, além de me preparar para o que ainda está por vir. Sim, os contratempos sempre vão existir, e a melhor opção é tirar o aprendizado sem entrar em desespero. Acontece que tenho visto vários profissionais que apresentam baixa tolerância à adversidade; ao se deparar com o primeiro problema perdem o propósito e acabam perdendo oportunidades preciosas de crescimento. O que você não sabe é que isso é mais normal do que você imagina. Listei abaixo alguns dados importantes:
  • 5% das pessoas apresentam baixo ou moderadamente baixa tolerância à adversidade, isso significa que sabem lidar com alguns contratempos, contudo sentem muitas dificuldades e tem a sensação de que a vida é esmagadora e difícil;
  • 80% das pessoas sabem lidar com as dificuldades, porém, quando as adversidades pesam ficam cansados e desanimados;
  • 15% das pessoas apresentam uma alta ou moderadamente alta tolerância à adversidade e conseguem superar problemas de todas as magnitudes todos os dias ou persevera quando confrontados com mais desafios.
As informações acima são fruto de mais de 20 anos de estudos do Dr. Paul G. Stoltz, especialista em liderança, fundador da PEAK Learning e criador do conceito de coeficiente de adversidade. Mas lembre-se: é na adversidade que nascem as oportunidades. Por diversas vezes resolvi situações difíceis que serviram tanto para me abrir portas como para alavancar a minha carreira. Gratidão a cada uma delas, pois me fortaleceram e me deram crescimento. É importante manter o radar ligado para que você possa transformar os limões que a vida te dá em uma deliciosa e doce limonada. Quer conhecer seu coeficiente de adversidade? Entre em contato comigo, faça o teste grátis para conhecer seu coeficiente e iniciar seu processo de desenvolvimento.
WhatsApp - Atendimento
Enviar